Novo leilão do Canindé pode ser marcado conforme surgirem interessados

A diretoria interina estima que um novo leilão do terreno da Portuguesa será marcado para fevereiro ou, no máximo, março de 2017. Esse é o tempo previsto pelos cartolas para entrar em acordo com os credores e impedir a venda. O primeiro leilão ocorreu no dia 18 de novembro, mas foi encerrado sem lances de compradores. O leiloeiro responsável pelo caso, Douglas Fidalgo, disse em entrevista ao blog que ainda não há uma data fixada para o novo leilão, mas que ela pode ser marcada assim que um interessado aparecer.

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“Não há uma data definida para a próxima alienação [leilão], porém, os interessados podem fazer propostas nos autos [do processo]. A partir do momento em que é feita a primeira proposta, o juiz marca uma nova audiência para a alienação [leilão]”, disse o responsável pela Fidalgo Leilões. Ele ainda completou que o valor mínimo para arrematar o terreno será definido em um novo edital e não necessariamente será de R$ 74 milhões, como no primeiro, mas menor. O preço chegou a ser contestado pela Lusa, que avalia a área em R$ 360 milhões.

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Douglas Fidalgo reforçou que o leilão pode ser barrado caso haja um acordo entre a diretoria da Portuguesa e os credores. Esse acerto poderia ser feito até o dia estabelecido para o novo leilão, sem a necessidade de se cumprir qualquer limite antes da data. Vale lembrar que o processo já está em fase de execução, ou seja, os prazos para a maior parte dos recursos à Justiça do Trabalho se esgotaram. Portanto, é improvável que a Lusa consiga barrar o leilão com base em algum artifício jurídico. Apenas com o pagamento da dívida.

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O leiloeiro aponta três fatores cruciais para não terem aparecido interessados no primeiro leilão. O primeiro é de que “o valor está alto e, devido à situação financeira do país, fica difícil encontrar interessados”. O segundo está relacionado com o fato de que “apenas 45% do imóvel está indo a leilão”, já que a outra parte é uma concessão da Prefeitura de São Paulo. Por último, Douglas Fidalgo destaca o pedido de tombamento do estádio como patrimônio histórico e uma solicitação de desapropriação. Isso, portanto, impediria que qualquer comprador construísse naquela área.

Fonte: BLOG TORCEDOR DA PORTUGUESA

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