Que a esperança vença o medo

A hora está chegando; dia 21; 19:00 horas, folclórico Estádio do Canindé. Quando o arbitro apitar o início da partida, não será para a decidir o título paulista de 35, 36 ou 73. Rio-São Paulo de 52 e 55. Final do Brasileiro de 96. Contra Arsenal, Atlético de Madri ou Galatassaray valendo Fita Azul. Tampouco um simples amistoso contra o Real Madrid como em 1997.

Nesta tarde a Portuguesa iniciara contra a Desportiva, a caminhada que valerá seu futuro no futebol. Se continuará a ser um gingante do futebol brasileiro, em sua pior fase história. Mas um gigante (por mais que a geração Nutella diga que não). Ou seguirá disputando apenas divisões inferiores de São Paulo até e talvez desaparecer.

Em nós torcedores é lógico que existe esperança. O clube com maior tradição e folha salarial da competição. Que sempre disputava e só não ganhava por azar ou ”equívocos” dos juízes.  Mas, temos a lembrança do caso Héverton, do time que falhava nos momentos decisivos e da falta de união dos torcedores.

Se por um lado não faltam motivos para chorar ao fim desta jornada. Por outro, e pelo menos de minha parte, não irie cair sem apoiar, torcer e ir a todos os jogos que conseguir (“Fui a todos como mandante na A2”). Não te abandonarei… nunca no momento que você mais precisa de mim. E mesmo que seu futuro seja negro, nunca jogará para zero pagantes, este que escreve sempre comprará um ingresso e estará no alambrado a te prestigiar.

VAI LUSA!!!

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